Paloma Ferraz é natural de Guaraci / PR, mas atualmente reside em Londrina / PR. É da geração Z e é oficialmente a autora mais nova do Metaficção Editorial. Apesar da idade, sua escrita é madura e vai direto ao ponto.
Estudante de jornalismo pela UEL, Paloma está sempre comum papel e uma caneta na mão, procurando as melhores pautas. Além disso, é também apaixonada pela leitura e escrita literária.
Ela respondeu algumas perguntas para nossa equipe.
Quando você começou a escrever?
Resposta: Nossa, eu ainda era criança. Escrevia em caderninho, perdi a conta de quantas histórias escrevi assim. Na adolescência, eu tinha uma fanfic chamada “A emo do morro”. Eu publiquei na internet em plataformas de autopublicação e a história tinha mais de 10 mil leituras. Era um sucesso. Mas um dia, do nada, eu apaguei. Quem escreveu fui eu, então eu queria apagar e foi. Se alguém que estiver lendo esta entrevista já tiver lido a fanfic, por favor, eu não posso provar, mas a autora era eu. Rs.
E qual gênero literário você mais gosta de ler hoje?
Resposta: Eu adoro livros de fantasia. Também gosto muito de romances românticos, teve época que eu só lia um livro se tivesse um casal ali na história.
Além disso, você é bem ativa nas redes sociais.
Resposta: Sou, sim. Publico quase que diariamente minhas opiniões literárias nas redes sociais.
Se você gosta tanto de literatura, por que jornalismo?
Resposta: Busquei uma profissão que pudesse casar o real e o ficcional, as possibilidades que o jornalismo dá são quase que infinitas. Então eu me encontrei no jornalismo como alguém que está correndo uma maratona e finalmente alcança a linha de chegada. Mas para mim, na verdade, está sendo a linha de partida.
Você já publica seus textos jornalísticos am algum lugar?
Resposta: Sim! Eu publico atualmente no portal de notícias 24H News.
E literário?
Resposta: Daquele jeitão, não é? Nunca publiquei nada porque nunca terminei nada. O livro “Escritos de si” vai ser a minha primeira publicação oficial. Mas, assim, eu tenho planos de viver da escrita (literária e jornalística) futuramente. Um passo de cada vez.
É verdade. Você começou com a mentoria literária aqui no Metaficção quando ainda era menor de idade.
Resposta: Você foi a pessoa que mais me fez acreditar. Antes, tudo o que eu tinha sobre a escrita era sonho. Você foi a pessoa que me falou: “O que você tem não é só um sonho, é um propósito”. Então ali eu vi a possibilidade de fazer da escrita uma meta de vida. Você me ajudou a ver.


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